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Carlinhos de Jesus: ‘Não é preciso deixar seios de fora por empoderamento’

Coreógrafo trabalha com a comissão de frente da Portela, que será a terceira escola de samba a desfilar nesta noite no Rio

Por Maria Clara Vieira, do Rio de Janeiro 4 mar 2019, 23h30

Carlinhos de Jesus está a todo vapor na comissão de frente da Portela, que homenageia Clara Nunes no segundo dia de desfiles do Grupo Especial das escolas de samba do Carnaval do Rio de Janeiro.

As dez mulheres na comissão de frente representam as guerreiras de Iansã, a senhora dos ventos e das tempestades, e mostram empoderamento feminino. A princípio, Carlinhos queria que as mulheres viessem com os seios de fora. Depois, mudou de ideia. “Não preciso deixar os seios de fora para falar de empoderamento”, afirma.

  • Segundo o coreógrafo, que promete uma performance “sem sorrisos” pela comissão de frente, não haverá uma representação de Clara Nunes. A Portela será a terceira a desfilar nesta noite.

    Integrantes da comissão de frente da Portela – 04/03/2019 Maria Clara Vieira/VEJA
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