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Baterista do AC/DC é acusado de tentar contratar matador

Phil Rudd, de 60 anos, pode pegar pena de 10 anos de prisão se for condenado

Por Da Redação - 6 nov 2014, 06h06

O baterista da lendária banda australiana AC/DC, Phil Rudd, foi formalmente acusado nesta quinta-feira de tentar contratar um assassinato de aluguel para matar dois homens – o crime não se concretizou. O músico de 60 anos foi detido em sua casa em Tauranga, na Nova Zelândia, e levado para o tribunal.

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Rudd também enfrenta acusações de ter feito ameaças de morte e de posse de metanfetamina e maconha. Segundo a emissora neozelandesa TVNZ, os nomes do suposto matador contratado e de seus dois alvos não foram divulgados.

Na Nova Zelândia, o crime de tentar encomendar a morte de uma pessoa pode render pena de até dez anos de prisão. Rudd foi liberado sob pagamento de fiança até sua próxima convocação ao tribunal, em 27 de novembro.

O veterano baterista deixou o AC/DC em 1983 e se mudou da Austrália para a Nova Zelândia. Em 1994, Rudd retornou ao grupo, que foi incluído no Hall da Fama do Rock em 2003 e vai lançar seu novo álbum, Rock or Bust, neste mês. Outro integrante da banda australiana, o guitarrista Malcolm Young, foi diagnosticado recentemente com demência.

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