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Após tuítes racistas, marcas se manifestam sobre Júlio Cocielo

Youtuber enfrenta críticas após comentários preconceituosos postados no Twitter

Por Estadão Conteúdo Atualizado em 2 jul 2018, 23h08 - Publicado em 2 jul 2018, 19h51

O comentário de tom racista feito pelo youtuber Júlio Cocielo durante o jogo entre França e Argentina pela Copa do Mundo, em seu Twitter, refletiu agora em seus contratos comerciais. Marcas associadas ao rapaz se manifestaram contra a postura do youtuber e suspenderam parcerias.

Caso da Adidas, que afirmou repudiar “todo e qualquer tipo de discriminação”. Sendo assim, “decidiu suspender a parceria com o youtuber Júlio Cocielo”. Já o Itaú disse que o jovem “não faz mais parte” de qualquer ação publicitária e que a empresa “repudia toda e qualquer forma de discriminação e preconceito”, e espera que “o respeito à diversidade sempre prevaleça”.

A Coca-Cola, que já realizou algumas ações publicitárias pontuais com Cocielo, declarou que não tem mais qualquer ligação com ele e que “não tem planos para futuras parcerias”, ressaltando também repúdio contra “qualquer forma de racismo, machismo, misoginia e homofobia” e que “o respeito à diversidade é um dos principais valores da companhia”.

O McDonald’s, que também já realizou ações com o youtuber, disse apenas que “não tem nenhuma relação comercial com ele”. No Twitter, o Submarino conta que “repudia veementemente qualquer manifestação racista e tomará as providências necessárias”, e retirou a campanha em que Cocielo aparecia do ar.

No sábado, durante o jogo entre França e Argentina, o rapaz fez um comentário sobre Mbappé, jogador negro da seleção francesa. “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein [sic]“, publicou ele. Depois disso, internautas resgataram tuítes antigos nos quais ele fazia mais comentários do tipo, entre eles um que sugeria “exterminar os negros”. Após a enxurrada de críticas, ele publicou uma nota se desculpando, justificou suas publicações e excluiu os tuítes antigos.

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