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Zezé Di Camargo: ‘Briga de pai e filha não é eterna’

Sertanejo fala sobre climão com Wanessa, Leo Dias e sua ex Zilú: 'Existe uma pretensão de desgastar a imagem que construí como homem e ser humano'

Por Mabi Barros Atualizado em 6 fev 2017, 17h36 - Publicado em 20 dez 2016, 15h52

Zezé Di Camargo não é padre, mas sabe a hora de dar sermão. Em entrevista ao blog VEJA Gente, o sertanejo afirmou que a filha Wanessa está de mal dele, pois não gostou dos conselhos do pai em relação a sua amizade com o colunista de fofoca Leo Dias, diversas vezes processado por Zezé. Nas palavras do cantor: “Eu não briguei com a minha filha. Dei um puxão de orelha ao vê-la em uma foto ao lado do inimigo do seu pai”.

Segundo Zezé, a foto da cantora com o colunista teria sido o estopim de uma situação que se desenrola desde sua separação de Zilú. “Mulher magoada é supercomplicado de lidar”, diz. Confira entrevista de Zezé ao VEJA Gente:

Por que dessa “rixa” com o colunista Leo Dias? Está comprovado que existe uma amizade entre o Leo Dias e minha ex-esposa, Zilú. Desde que me separei, há uma pretensão por parte dela de desgastar a imagem que construí como homem e ser humano — eu digo isso sem medo de errar, foi a maneira dela de me atingir nessa separação, mulher magoada é supercomplicado de lidar. Ela encontrou no Leo Dias um aliado para me denigrir.

Ele noticiou uma briga entre sua namorada, Graciele Lacerda, e filha, Wanessa. Elas, de fato, brigaram?
Aconteceu há seis anos, e elas não chegaram a brigar. Minha filha chegou por trás da Graciele e deu um puxão de cabelo nela, mas eu estava junto, jamais ia deixar uma agredir a outra. Foi uma atitude de filha, algo como “você separou meu pai da minha mãe”. Diante desse caso, a pergunta é: Quem passou isso a ele? Não tinha ninguém de fora lá no momento, então isso foi repassado por alguém de dentro da minha casa.

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Na sua opinião, por que esse caso repercutiu tanto? O povo brasileiro, querendo ou não, ainda zela pela imagem da família. Quando alguém se casa, é como uma sentença de morte, tem de viver o resto da vida com a pessoa, mesmo que não goste mais dela, e eu não concordo com essa posição. Dizem que meu casamento com a Zilu não deu certo. Como não? Ficamos juntos por trinta anos, temos três filhos maravilhosos, criamos uma família, fizemos tudo com responsabilidade, então foi um casamento que deu certo sim! Não dar certo é durar uma semana, um mês.

Continua brigado com Wanessa? Eu não briguei com a minha filha, dei um puxão de orelha como pai. Meu problema com a Wanessa é ela saber de tudo que o Leo Dias fez para o pai dela, e mesmo assim continuar amiga dele. Por exemplo, ela teve um problema sério com o Rafinha Bastos. Recentemente me perguntaram em um programa de televisão se eu o perdoaria. Jamais! Eu sei o que a minha filha sofreu, o que ele falou a abalou psicologicamente. O Rafinha fez mal à minha filha, alguém que amo mais do que a mim mesmo, e eu nunca vou perdoá-lo por isso, apesar de não ter nada contra ele pessoalmente. Eu queria a mesma resposta dela diante do Leo Dia, um cara que havia perseguindo o pai dela, meu inimigo dentro da imprensa.

Restou algum ressentimento em relação à Wanessa? Nenhum! Meu “puxão de orelha” foi quanto a esse posicionamento dela, não é atitude de filha postar fotos com alguém que busca difamar seu pai. Não tenho mágoa, raiva, nada. A Wanessa é minha filha, eu a amo mais do que qualquer coisa no mundo, mais do que a mim mesmo.

O que você pretende fazer quanto às difamações do Leo Dias? Eu movi dois processos contra ele: Um eu ganhei, ele começa a pagar agora em janeiro, e o outro está na última instância em Brasília, sendo que ganhei também a primeira e segunda. Eu tenho subsídios para processá-lo pelo menos mais quatro ou cinco vezes, vou juntando o que ele publica como evidências de que está me perseguindo. A mando de quem? A gente sabe, não tem a certeza porque não existe prova.

Você vê uma reconciliação com Wanessa no futuro? Vejo, a briga de pai e filha não pode ser eterna. Um pai não briga com filho, não fica de mal de filho, dá puxão de orelha, um sermão de pai. Quando eu era novo também levava puxão de orelha do meu pai. Eu não gostava, mas respeitava.

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