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Como Raquel Virgínia trabalha para inclusão LGBTQIAP+ no mercado

Empresária fundou a Nhaí, agência de gestão de cultura com foco em diversidade

Por Giovanna Fraguito Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 13 out 2023, 15h00 - Publicado em 13 out 2023, 12h00

Aos 34 anos, nascida e criada na periferia de São Paulo, Raquel Virgínia é fundadora da Nhaí, agência de gestão de cultura que nasceu com o propósito de fortalecer e promover possibilidades de crescimento para a comunidade LGBTQIAPN+ no empreendedorismo. Entre outras ações, a empresa proporciona a interação de profissionais com grandes empresas em eventos como o Contaí Summit, que terá a sua 7ª edição em novembro. Mas além de empresária, Raquel é compositora e tem duas indicações ao Grammy Latino com a banda As Baías, sendo a primeira mulher trans a ter essa conquista. “Elaborava as estratégias comerciais da minha antiga banda e também lidava com as marcas, o que ajudou a construir uma base para a criação da Nhaí. Para isso, identifiquei que precisava integrar a diversidade e a inovação, fazendo com que os dois movimentos funcionassem como o norte da empresa”, diz.

Nesse contexto, Raquel teve como motivação a vontade de transformar o mercado em um ambiente mais plural e conectar empreendedores a empresas relevantes. “Quero fazer a diferença não somente para a comunidade, mas também para as organizações, que podem deixar os seus negócios mais sólidos com a comunicação inclusiva e assertiva”, continua.

Como uma das formas de conseguir contribuir para uma comunicação mais inclusiva e proporcional à realidade brasileira, a empresária aponta a necessidade de reduzir algumas lacunas. “A pluralidade e a comunicação inclusiva deveriam ser trabalhadas durante o ano inteiro e não apenas em junho, no mês do Orgulho. É importante desenvolver projetos que deem sequência para aprofundar e consolidar o tema no mundo corporativo”, defende ela, que participou do Sustainable Development Goals (SDGs in Brazil), em setembro, na sede da ONU, em Nova York, para debater o futuro do trabalho, gênero e raça e apontou como é necessário refletir sobre o mundo corporativo, com o viés de diversidade. “É necessário abrir o diálogo sobre o que pode vir pela frente e como podemos nos preparar para o amanhã”.

 

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