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Este blog tira dúvidas dos leitores sobre o português falado no Brasil. Atualizado de segunda a sexta, foge do ranço professoral e persegue o equilíbrio entre o tradicional e o novo.
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O grau (de investimento) e a degradação

Descendentes do latim 'gradus' ficam mais distantes de outro parente, a palavra 'progresso'

Por Sérgio Rodrigues
Atualizado em 31 jul 2020, 00h30 - Publicado em 11 set 2015, 16h00

A palavra latina gradus (“passo, posição, degrau de uma escala”) gerou muitos descendentes nas línguas modernas. O português “grau” e o inglês grade são alguns dos mais óbvios.

Essas palavras ganharam evidência esta semana quando a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou o Brasil do degrau cobiçado – investment grade, literalmente “grau de investimento”, equivalente a um atestado de saúde econômica – que o país havia conquistado em 2008.

Isso quer dizer que a agência degradou (mais um descendente de gradus, aqui na acepção de “rebaixar, destituir”) o Brasil? Sem dúvida, mas como reação previsível a um quadro econômico já alarmantemente degradado (no sentido de “deteriorado, estragado”).

Pela ideia de passo, e portanto de caminhada, a palavra “progresso” também é parente de gradus. Uma parente distante – neste momento, para os brasileiros, muito distante.

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