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Refinaria privatizada vende gasolina mais cara que Petrobras, diz estudo

Litro na unidade de Mataripe (BA), que custava 2 centavos a menos que preço médio cobrado em outras refinarias, está sendo vendido por 14 centavos a mais

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 2 fev 2022, 09h16 - Publicado em 1 fev 2022, 15h43

Privatizada em dezembro de 2021, a Refinaria de Mataripe, na Bahia — antiga Landulpho Alves (Rlam) –, já registra o recorde da gasolina mais cara do Brasil, diz a Federação Nacional dos Petroleiros.

O litro do combustível na unidade, que historicamente custava 2 centavos a menos do que o preço médio cobrado nas outras refinarias da Petrobras, neste ano está sendo vendido, em média, por 14 centavos a mais.

Hoje, segundo os petroleiros, a gasolina mais barata do país é comercializada pela Refinaria Potiguar Clara Camarão, do Rio Grande do Norte, que teve sua venda aprovada na última sexta pelo Conselho de Administração da estatal.

O levantamento foi feito pelo Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais para o Observatório Social da Petrobrás, organização ligada à FNP.

De acordo com o estudo, entre 1º e 31 de janeiro deste ano, a Petrobras comercializou a gasolina tipo A pelo preço médio de 3,18 reais, enquanto a Acelen, empresa gestora da Refinaria de Mataripe, cobrou, em média, 3,32 reais o litro.

O estudo é baseado em dados disponibilizados nos sites da Petrobras e da Acelen sobre “preços de venda da gasolina A sem tributos, à vista, por vigência (R$/m³)”, no período de 1 de agosto de 2019 a 31 de janeiro deste ano.

“A série histórica disponibilizada pela estatal mostra que, entre as refinarias da Petrobras, a gasolina da Rlam sempre foi mais barata do que a média, cenário que se inverteu após a privatização”, diz Eric Gil Dantas, economista do OSP e do Ibeps.

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