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Senadores do PT voltam a bater boca em eleição de Gleisi

Sinais trocados

Por Gabriel Mascarenhas 9 fev 2017, 09h28

A escolha de Gleisi Hoffmann como líder da bancada do PT no Senado revela o quão torto é o andar dos petistas.

No momento em que se expõe além do razoável para conseguir uma carguinho na Mesa Diretora, o PT elege como sua cacique no Senado a parlamentar que bateu forte no tom ameno com que seus colegas passaram a dialogar com os adversários que ela classifica de golpistas.

Mas a opção por Gleisi retrata mais uma tentativa de não aprofundar fissuras internas do que a força da da parlamentar entre seus pares.

Parte da bancada teme inclusive que suas pendengas com a Justiça- Lava Jato e etc… – queimem ainda mais o encarvoado filme do partido.

A escolha não foi simples. Mais uma vez, a reunião teve bate-boca entre correligionários. Na de ontem, Humberto Costa e Lindbergh Farias discutiram às alturas.

O parlamentar fluminense pediu o compromisso dos pares de que ele será o próximo líder no Senado, em 2018. Não conseguiu. Ficou apenas com a “indicação” de que substituirá Gleisi.

Indicação em política vale tanto quanto a palavra do Eduardo Cunha.

 

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