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Bolsonaro fala em união e pacto pela vida — Será uma mudança de postura?

Presidente fez seu pronunciamento mais equilibrado desde o início da crise que já matou mais de 200 brasileiros

Por Robson Bonin Atualizado em 31 mar 2020, 21h33 - Publicado em 31 mar 2020, 21h14

É cedo para comemorar, mas o presidente Jair Bolsonaro pela primeira vez falou à Nação sem mostrar armas aos inimigos.

No pronunciamento nacional, há pouco, ele falou aos mais pobres, como antecipou o Radar, tentou pegar carona na fala do diretor da OMS, mas proferiu, é preciso destacar, sua manifestação mais equilibrada nessa crise, que já matou mais de 200 brasileiros.

O Brasil avançou muito nesses 15 meses, mas agora estamos diante do maior desafio da nossa geração”, disse o presidente. “Temos que ter cautela e preocupação com todos, principalmente junto aos mais idosos e portadores de doenças preexistentes”, seguiu Bolsonaro em outro trecho.

“O presidente pensou parte do texto, mas dessa vez aceitou sugestões”, diz um ministro palaciano, aliviado com o novo tom presidencial. Questionado se Bolsonaro caminha para um dia pedir que as pessoas fiquem em casa, o mesmo ministro respondeu: “Devagar vamos atuando e melhorando”.

Ao contrário dos conselhos que recebeu, o presidente não contaminou a fala com mensagens sobre o aniversário do golpe. Ele ainda colocou a vida e os empregos no mesmo patamar no combate ao coronavírus — “temos uma missão: salvar vidas sem deixar para trás os empregos” — e não aconselhou as pessoas a ficarem casa, é verdade, mas defendeu um pacto em defesa da vida e sinalizou aos poderes da República e aos governadores e prefeitos por união.

“Necessária união de todos num grande pacto pela preservação da vida e dos empregos, Parlamento, Judiciário, governadores, prefeitos e sociedade, Deus abençoe o nosso amado Brasil”, disse Bolsonaro.

Será o começo de uma nova postura por parte do presidente na crise? O tempo dirá.

 

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