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Abin afasta servidores na mira da PF por monitorar desafetos de Bolsonaro

Em nota, Agência Brasileira de Inteligência informa que uma sindicância foi aberta em março

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 20 out 2023, 14h44 - Publicado em 20 out 2023, 11h48

Após a Polícia Federal deflagrar operação contra servidores da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência se manifestou sobre a diligência e informou que os funcionários investigados foram “afastados cautelarmente”. 

Eles são suspeitos de terem sido usados por Jair Bolsonaro para monitorar os celulares de adversários do ex-presidente. Entre os desafetos estão jornalistas, políticos e até integrantes do Judiciário, incluindo ministros do STF. Em nota, a Abin diz que tem trabalhado em conjunto para barrar tais condutas.

“Todas as requisições da Policia Federal e do Supremo Tribunal Federal foram integralmente atendidas pela Abin. A Agência colaborou com as autoridades competentes desde o início das apurações”, diz o comunicado. 

A Agência também informou que, em 23 de fevereiro, um relatório da Corregedoria-Geral apontou detalhes sobre o uso do sistema de geolocalização desde dezembro de 2018. A partir disso, uma sindicância interna foi aberta em março de 2023.

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Confira a nota da Abin na íntegra: 

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) informa que, em 23 de fevereiro de 2023, a Corregedoria-Geral da ABIN concluiu Correição Extraordinária para verificar a regularidade do uso de sistema de geolocalização adquirido pelo órgão em dezembro de 2018.

A partir das conclusões dessa correição, foi instaurada sindicância investigativa em 21 de março de 2023. Desde então, as informações apuradas nessa sindicância interna vêm sendo repassadas pela ABIN para os órgãos competentes, como Polícia Federal e Supremo Tribunal Federal.

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Todas as requisições da Policia Federal e do Supremo Tribunal Federal foram integralmete atendidas pela ABIN. A Agência colaborou com as autoridades competentes desde o início das apurações.

A ABIN vem cumprindo as decisões judiciais, incluindo as expedidas na manhã desta sexta-feira (20). Foram afastados cautelarmente os servidores investigados.

A Agência reitera que a ferramenta deixou de ser utilizada em maio de 2021. A atual gestão e os servidores da ABIN reafirmam o compromisso com a legalidade e o Estado Democrático de Direito.

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