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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A montanha de dinheiro encontrada pela PF numa ação no Rio

Polícia desarticulou grupo que operava pirâmide com criptomoedas

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 25 ago 2021, 18h08 - Publicado em 25 ago 2021, 17h43

Ao menos seis malas transbordando de dinheiro vivo foram encontradas pela Polícia Federal na operação Kryptos, deflagrada na manhã desta quarta-feira e que terminou com cinco presos e o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão no Rio, São Paulo, Ceará e DF.

A PF investiga operadores financeiros que organizaram um esquema de pirâmide com criptomoedas. Segundo os agentes, os corretores fecharam contratos de investimento sem registro nos órgãos reguladores e com previsões insustentáveis de ganho.

A polícia ainda não calculou todo o montante de dinheiro vivo encontrado na casa dos investigados, que poderão responder por crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira clandestina, emissão ilegal de valores mobiliários sem registro prévio, organização criminosa e lavagem de capitais. Somadas, as penas em caso de condenação podem chegar a 26 anos de prisão.

Segundo a PF, tudo indica que a apreensão deve ser a de maior valores em espécie e também criptomoedas da história da corporação.

Até às 18h desta quarta, a polícia havia apreendido 591 bitcoins que, na cotação desta quarta, dá aproximadamente, 147 milhões de reais em criptomoedas. Além dos valores em espécie, ainda em contabilização, foram apreendidos relógios, joias e celulares.

Técnicos separam dinheiro encontrado em operação da PF.
PF separa conteúdo das malas de dinheiro Polícia Federal/Divulgação
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