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Pé na estrada

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Viagens de carro para quem ama o caminho tanto quanto o destino

Vale a pena pagar mais pelos modelos híbridos leves? Confira o teste

Durante uma semana, rodamos com o Fiat Fastback híbrido, que cobra mais pelo sistema

Por André Sollitto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 20 fev 2025, 14h51 - Publicado em 20 fev 2025, 13h45

Quem opta por um veículo eletrificado desfruta de alguns benefícios. Em São Paulo, por exemplo, a legislação isenta esses veículos do rodízio e, em alguns casos, descontos e isenções também no pagamento do IPVA. É uma medida para incentivar a adoção de modelos menos poluentes que deve continuar em vigor enquanto a frota eletrificada ainda não é tão expressiva.

No ano passado, a Fiat lançou versões híbridas de seus SUVs Pulse e Fastback. A diferença, no entanto, é que o sistema adotado, o chamado híbrido leve, não ajuda a mover o veículo. Os motores continuam a combustão, movidos por etanol ou gasolina, mas que ganham gerador elétrico. O sistema recarrega uma pequena bateria auxiliar que ajuda o carro em deslocamentos a baixas rotações e em trechos planos ou descidas. Ele não ajuda o carro a se mover, mas reduz as emissões e ajuda na economia de combustível. É mais barato, mas menos eficaz que outros híbridos convencionais.

Passamos uma semana ao volante do Fastback híbrido, que desfruta de alguns dos benefícios dos carros eletrificados, mas não todos. E cobra a mais por isso. São R$ 6 mil a mais pelas versões híbridas em comparação com os mesmos modelos apenas a combustão. Em troca, é possível rodar com ele todos os dias da semana, sem as restrições do rodízio. Mas os donos precisam pagar pelo IPVA, já que ele ficou de fora da isenção.

O consumo também é ligeiramente melhor. Segundo a Fiat, o sistema híbrido leve economiza cerca de 10% de combustível. Nos testes, rodamos cerca de 600 quilômetros durante sete dias com o Fastback. E obtivemos uma média de 12,5 km/l no ciclo urbano e cerca de 16 km/l nas rodovias, sempre com gasolina. São marcas bem próximas das medições oficiais do Inmetro. 

reclamações de consumidores sobre o funcionamento do sistema, que pode ser interrompido de forma espontânea – e permanece inativo por dias. Durante os testes, o sistema funciona no nosso veículo, mas o problema parece ser persistente.

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De resto, ele é exatamente igual ao Fastback, com suas vantagens e desvantagens.

De cara, o que chama a atenção nele é o visual. Alguns diriam que a carroceria coupé é “controversa”, já que há quem ame e quem odeie. Ao vivo, ele é mais bonito do que nas imagens. E ganha vida com algumas cores específicas, como o Azul Amalfi da versão testada.

A dirigibilidade é boa. O motor T200 1.0 turbo flex de 130 cv de potência e 20,4 kgfm de torque é bastante esperto, principalmente ao rodar na cidade. É um carro ágil, com boa resposta do acelerador e direção macia. A suspensão é focada no conforto e absorve bem as imperfeições das ruas, mas sem provocar nenhuma perda de estabilidade. É confortável na cidade e também nas estradas. Rodamos com ele para Itu para conhecer o Fama Museu e a viagem foi bastante agradável.

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A cabine é confortável para quem vai na primeira fileira, mas pode ser mais apertada para alguém mais algo que vá nos bancos traseiros, por conta do acabamento coupé da carroceria. O acabamento usa plástico e algumas superfícies macias ao toque nas portas e no painel, mas passa sensação de fragilidade em alguns elementos, principalmente na caixa do botão de partida.

É um carro voltado principalmente para famílias que precisam de espaço para transportar bastante coisa. O porta-malas é enorme, com capacidade para 516 litros. E a isenção de rodízio é um fator a ser considerado. O grande dilema é se esse benefício vale R$ 6 mil a mais. Quando foi lançado, a diferença das versões híbridas para as convencionais era de apenas R$ 2 mil. Essa diferença triplicou em poucos meses. É algo a se considerar. O Fastback híbrido custa R$ 155.990 na versão Audace e R$ 165.990 na versão Impetus. Ainda são bem mais baratos que híbridos convencionais, como o Corolla, que parte de R$ 199 mil.

Nesta quinta-feira, 20, a Fiat anunciou que o Fastback alcançou a marca de 100 mil unidades emplacadas no Brasil. E flagras mostram que a nova versão, com mudanças significativas no visual e no interior, já rodam em testes pelo país.

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