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Justiça começa a ouvir testemunhas do caso Tatiane Spitzner

Primeiros ouvidos pela juíza de Guarapuava serão os policiais que atenderam a ocorrência

Por Guilherme Voitch Atualizado em 11 dez 2018, 16h23 - Publicado em 11 dez 2018, 15h44
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  • A Justiça começa a ouvir, na tarde desta terça-feira, 11, testemunhas de acusação no caso da advogada Tatiane Spitzner. A advogada foi encontrada morta no dia 22 de julho deste ano, no apartamento onde morava com o marido, Luis Felipe Manvailer, em Guarapuava, Centro-Sul do Paraná. O laudo do exame de necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) revelou que a vítima foi morta por asfixia mecânica.

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    Luis Felipe, que é réu por feminicídio, deve ser interrogado na quinta-feira,13. Para o Ministério Público, o professor de biologia matou Tatiane por esganadura, jogou-a pela sacada e, em seguida, recolheu o corpo para o apartamento. No único depoimento que deu sobre o caso, no dia em que foi preso, ele negou as acusações.

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    As audiências estão marcadas para começar às 13h30 no fórum da cidade. Depois disso, a juíza responsável pelo caso, Paola Gonçalves Mancini, vai decidir se Luis Felipe vai ou não a júri popular. As primeiras testemunhas a ser ouvidas são as de acusação, entre elas, policiais que trabalharam na investigação do caso e vizinhos do prédio.

    Acusação

    Conforme o Ministério Público do Paraná (MP-PR), Luis Felipe matou a mulher, jogou-a pela sacada e, em seguida, recolheu o corpo de Tatiane e o levou de volta para o apartamento.

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    O marido foi preso horas após o crime ao sofrer um acidente de carro na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, a 340 quilômetros de Guarapuava. Ele disse que se acidentou porque a imagem da esposa pulando a sacada não saía da cabeça dele.
    Luis Felipe responde pelos crimes de homicídio qualificado, cárcere privado e fraude processual.

    No total, cinquenta testemunhas foram convocadas: 25 de acusação, indicadas pelo MP-PR e outras 25, apontadas pela defesa.
    Nesta terça, a juíza vai interrogar oito testemunhas de acusação e seis comuns – indicadas tanto pela acusação quanto pela defesa.

    Já na quinta-feira, segundo dia de audiências, além de Manvailer, vão ser interrogadas seis testemunhas de acusação, seis de defesa e três comuns.

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