Senado aprova estatal aeroespacial proposta pelo governo
Texto segue para sanção do presidente Lula, que segue internado em São Paulo
O Senado aprovou nesta quinta-feira, 12, a criação da estatal Alada para exploração de serviços espaciais no Brasil. O projeto é de autoria do governo federal e segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que encontra-se internado em São Paulo após passar por novo procedimento cirúrgico no crânio.
O objetivo da Alada é investir no desenvolvimento do programa espacial brasileiro de foguetes e satélites e do setor comercial de voos espaciais. Uma das propostas é viabilizar a exploração comercial do Centro Espacial de Alcântara, no Maranhão, considerado estratégico para o lançamento de aeronaves pela sua localização próxima à Linha do Equador.
A estatal atuará como subsidiária da NAV Brasil, empresa pública de navegação aérea criada no governo de Jair Bolsonaro, em 2019. No mesmo ano, o Brasil firmou um acordo de cooperação com os Estados Unidos que, na prática, abre caminho para o lançamento de satélites e foguetes de qualquer país a partir da base de Alcântara, desde que possuam componentes tecnológicos fabricados nos EUA.
O senador Marcos Pontes (PL-SP), então ministro da Ciência e Tecnologia, elogiou o acordo aprovado hoje a para criação da estatal. “O acordo para explorar a base de Alcântara revelou a necessidade de uma empresa pública para atrair investimentos privados. A criação da Alada traz impactos socioeconômicos positivos, ao gerar empregos qualificados e fomentar o crescimento de polos tecnológicos no país”, declara o astronauta.
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