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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Bolsonaro recebe apoiadores no “cercadinho” um dia após ação da PF

Bem-humorado, ex-presidente conversou com admiradores e posou para fotos em Mambucaba

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 9 fev 2024, 14h03 - Publicado em 9 fev 2024, 12h23

Um dia após a operação da Polícia Federal que atingiu aliados e assessores, o ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu apoiadores em Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira, 9.

No que batizou de “cercadinho de Mambucaba”, vila da região na qual está hospedado nas últimas semanas, Bolsonaro conversou com os admiradores e posou para fotos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele aparece de bom humor e acompanhado do deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), conhecido como “Hélio Negão”.

Como é de costume, o ex-presidente participou do encontro vestindo uma camisa de futebol — o time da vez foi o Pirabeiraba, clube amador de Joinville, Santa Catarina. O estado, como se sabe, é reduto bolsonarista: quase 70% dos catarinenses votaram em Jair Bolsonaro nas últimas eleições.

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Operação

A operação da Polícia Federal da última quinta-feira, 8, foi deflagrada a partir de informações prestadas pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, em acordo de colaboração. A força-tarefa mirou a existência de uma organização criminosa que teria atuado na tentativa de golpe de Estado no final de 2022, e cumpriu mais de trinta mandados de busca e apreensão, além de quatro prisões.

Um dos detidos foi Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais de Bolsonaro. Segundo os investigadores, teria sido ele o responsável por entregar ao ex-presidente um documento que detalhava instruções para o possível golpe após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a PF, a minuta de três páginas continha instruções do passo a passo para a retomada de poder pelo agora ex-presidente. O plano incluía o anulamento do pleito, o afastamento de ministros do STF que supostamente teriam interferido no resultado e a declaração de intervenção militar no país até que novas eleições fossem realizadas.

A VEJA, Bolsonaro negou ter recebido qualquer documento dessa natureza. “Nunca chegou a mim nenhum documento de minuta de golpe, nem nunca assinei nada relacionado a isso. Até porque ninguém dá ‘golpe’ com papel”, declarou.

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