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Cidades pequenas da região Sul têm a melhor gestão de lixo do país, mostra estudo

Nova Esperança, no Paraná, é a primeira colocada nacional; entre as médias e grandes aparecem Santos, Rio de Janeiro e Maringá, respectivamente

Por Mariana Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 30 jul 2020, 22h18 - Publicado em 13 jul 2016, 08h05
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  • Nova Esperança, no Paraná: primeiro lugar na gestão do lixo

    Nova Esperança, no Paraná: primeiro lugar na gestão do lixo

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    A região Sul concentra 80% das 50 cidades que melhor administram o lixo que produzem. Todas as dez primeiras colocadas ficam em um dos três estados sulistas, sendo que metade delas está no Rio Grande do Sul (veja o ranking abaixo).

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    Classificação dos municípios: em verde os melhores; em vermelho, os piores

    Classificação dos municípios: em verde os melhores; em vermelho, os piores

    A conclusão veio a partir do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), resultado de uma parceria entre o Selur (Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana), a ABLP (Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública) e a consultoria PWC (PricewaterhouseCoopers).

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    A ideia foi criar uma maneira de medir a eficiência dos municípios brasileiros na gestão do lixo, verificando quais deles buscam reduzir o volume de resíduos que geram e extinguir lixões, além de coletar , destinar e reaproveitar aquilo que é descartado pela população.

     

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    Grau de sustentabilidade financeira dos municípios: em verde os melhores; em vermelho, os piores

    Grau de sustentabilidade financeira dos municípios: em verde os melhores; em vermelho, os piores

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    O índice mede as variáveis relacionadas ao lixo e entrega um número que vai de 0 a 1. Quanto mais próximo do 1, melhor a eficácia econômico-financeira e ambiental e maior a obediência daquela cidade à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Apenas 290 (ou 16%) municípios foram classificados como A ou B. Mais de 840 (ou 50%) receberam classificação C e outros 590 (ou 30%) foram carimbados com D ou E.

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    E as dez primeiras colocadas na classificação geral foram:

    1ª) Nova Esperança (PR)
    população: 27.783
    Islu: 0,900

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    2ª) Angelina (SC)
    população: 5.109
    Islu: 0,886

    3ª) Itaipulândia (PR)
    população: 10.056
    Islu: 0,856

    4ª) Severiano de Almeida (RS)
    população: 3.902
    Islu: 0,826

    5ª) Vale Real (RS)
    população: 5.499
    Islu: 0,817

    6ª) Nova Trento (SC)
    população: 13.379
    Islu: 0,815

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    7ª) Anitápolis (SC)
    população: 3.256
    Islu: 0,811

    8ª) Itapuca (RS)
    população: 2.341
    Islu: 0,803

    9ª) Nova Roma do Sul (RS)
    população: 3.543
    Islu: 0,803

    10ª) Feliz (RS)
    população: 13.068
    Islu: 0,802


    Já entre as cidades médias e grandes
    , aquelas com mais de 250 mil habitantes e onde os problemas de gestão de lixo são proporcionalmente maiores, o ranking ficou assim:

    1ª) Santos (SP)
    população: 433.565
    Islu: 0,737

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    2ª) Rio de Janeiro (RJ)
    população: 6.453.682
    Islu: 0,731

    3ª) Maringá (PR)
    população: 391.698
    Islu: 0,730

    4ª) Campinas (SP)
    população: 1.154.617
    Islu: 0,729

    5ª) Caxias do Sul (RS)
    população: 470.223
    Islu: 0,727

    6ª) Sorocaba (SP)
    população: 637.187
    Islu: 0,722

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    7ª) Santo André (SP)
    população: 707.613
    Islu: 0,717

    8ª) Nova Iguaçu (RJ)
    população: 806.177
    Islu: 0,710

    9ª) Curitiba (PR)
    população: 1.864.416
    Islu: 0,708

    10ª) Blumenau (SC)
    população: 334.002
    Islu: 0,707

    Outra conclusão do estudo foi que apenas 820 municípios (50% dos pesquisados) dispõem de uma arrecadação específica para custear a limpeza urbana. Entre eles, somente 20% arrecadam o suficiente para pagar pelo metade de sua despesa com limpeza urbana. Ou seja, mesmo quando há arrecadação específica, ela é insuficiente, criando instabilidade na manutenção dos serviços. Sem dinheiro, quem a conta é o ambiente e a população, com a própria saúde.

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