
Taxistas protestam contra o Uber em frente ao estádio do Pacaembu, em São Paulo (Jorge Araújo/ Folhapress / VEJA)
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Resposta:
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“Sobre o artigo ‘Chega de Opressão’ do motorista sob o pseudônimo de Daniel Bezerra publicado, hoje (22/02/16) no Blog “Cidades Sem Fronteiras” da jornalista Mariana Barros:A Adetax e o Sinetaxi esclarecem que, essencialmente, as empresas de táxi associadas não alugam ou comercializam alvarás. O alvará é apenas um dos itens que compõem o produto táxi, com muito mais valor agregado que o simples documento “alvará”. As empresas atuam legalmente, não são isentas de tributos, são responsáveis civilmente pelos táxis, arcam com investimentos na renovação da frota, que tem no máximo dois anos de idade, com garagens e despesas de manutenção, seguros, despesas administrativas, entre outras que um motorista teria que despender para trabalhar como autônomo no setor. Enquanto que o transporte clandestino, como um mero atravessador e com um discurso de inovador, nada mais faz do que cobrar do seu parceiro sua comissão, sem se responsabilizar por nenhum serviço que intermedia. E se o passageiro for lesado ele se torna um intermediário sem qualquer responsabilidade.
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Ricardo Auriemma, presidente do Sinetaxi – Sindicato das Empresas de Táxi e Locação de Táxi do Estado de São Paulo e da Adetax – Associação das Empresas de Táxi do Município de São Paulo.
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