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CannabiZ Por André Sollitto e Ricardo Amorim Novidades e reflexões sobre o mercado da cannabis legal, no Brasil e no mundo

Pesquisa aponta que 28% dos americanos tomaram alguma droga psicodélica

O LSD aparece em primeiro lugar, seguido por psilocibina e MDMA; cannabis não foi contemplada pela abrangente pesquisa por já ser legalizada

Por André Sollitto 29 jul 2022, 18h13

Um novo levantamento feito pelo YouGov, instituto inglês de pesquisa e análise de dados, indica que 28% dos americanos experimentaram alguma substância psicodélica, como LSD, psilocibina (cogumelos), MDMA (o escstasy), mescalina (o peiote), cetamina, DMT e sálvia. “Mudanças recentes, tanto na política quanto na opinião pública, sugerem que a maré nos Estados Unidos pode estar se tornando cada vez mais favorável às drogas psicodélicas”, diz o relatório.

Os pesquisadores citam como exemplo a descriminalização dos cogumelos em Oakland, na Califórnia. Além disso, em novembro os residentes do Colorado vão participar de uma votação para legalizar a psilocibina em todo o Estado, e a substância começará a ser usada em tratamentos mentais sob supervisão médica no Oregon a partir de janeiro de 2023.

O caminho, no entanto, ainda é longo. Em média, 44% dos entrevistados se dizem contra a descriminalização das drogas. Em relação a algumas substâncias específicas, como LSD e MDMA, o número é ainda maior, chegando a 53%. Aqueles que já experimentaram algum alucinógeno tendem a ser mais permissivos em reação à liberação.

Foram entrevistadas mais de mil pessoas espalhadas por diversos Estados americanos. Os pesquisadores também buscaram seguidores de diversas religiões e indivíduos que se definem como muito conservadores, conservadores ou liberais.

Por conta dessa abrangência, foi possível identificar que a aceitação é maior em estados do oeste americano, como a Califórnia, e em ambientes urbanos. Além disso, os dados mostram que 42% daqueles que provaram alguma substância têm renda familiar anual superior a US$ 100 mil e têm pós-graduação. Por fim, 39% tem idades entre 30 e 44 anos.

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