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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Uma placa resolve

“Não só houve o desmentido formal do ministro de que jamais havia usado o avião daquela empresa, como o desmentido da própria empresa. E há uma questão no lançamento de um programa; segundo o ministro, o avião foi providenciado pela prefeitura interessada e não se trouxe prova da propriedade desse avião”. Sepúlveda Pertence, presidente da […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 10h47 - Publicado em 14 set 2011, 07h03

“Não só houve o desmentido formal do ministro de que jamais havia usado o avião daquela empresa, como o desmentido da própria empresa. E há uma questão no lançamento de um programa; segundo o ministro, o avião foi providenciado pela prefeitura interessada e não se trouxe prova da propriedade desse avião”.

Sepúlveda Pertence, presidente da Comissão de Ética da Presidência da República, ao justificar o arquivamento do pedido de investigação sobre as milhagens aéreas colecionadas pelo ministro Paulo Bernardo em jatinhos de empresários, enrolando-se num palavrório que poderia ser substituído por um aviso inscrito na placa pendurada na porta da sala de reuniões: “Bandido amigo é mocinho”.

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