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Vendas de máscaras levam empresas a lucros recordes

Enquanto vendas continuam a subir, modelos se diversificam e incluem até mesmo máscaras que não protegem

Por Sabrina Brito 27 nov 2020, 14h11

Meses depois do início da pandemia, a eficiência das máscaras como meio de proteger contra o coronavírus é mais clara do que nunca. De acordo com um estudo divulgado no último dia 24, o cenário caótico da atual crise poderia terminar se ao menos 70% da população usasse a máscara com a frequência adequada. O artigo foi publicado no periódico científico American Institute of Physics.

Em setembro, uma pesquisa do Ibope indicou que 83% dos brasileiros aprova o uso dessa proteção. Com a popularização do acessório, máscaras de todos os tipos tomaram o planeta: coloridas, de seda, de grife, transparentes, apropriadas para o esporte e muitas, muitas outras.

Consequentemente, empresas que fabricam máscaras têm obtido grandes lucros durante a pandemia. É o caso da Poker, marca de materiais esportivos. Em agosto, a empresa registrou um crescimento recorde de 36%, o maior em 34 anos. No mês seguinte, as vendas aumentaram outros 12%.

Na hora de escolher um modelo de máscara, é importante verificar sua eficácia, seja perguntando para o vendedor ou pesquisando sobre os tecidos que a compõem. Muitos dos exemplares por aí têm um objetivo meramente estético, oferecendo pouquíssima proteção contra o coronavírus.

Até que chegue uma solução permanente para a crise, como a tão cobiçada vacina, máscaras são parte importante da nossa luta contra o SARS-CoV-2. As empresas que melhor aproveitarem essa demanda súbita para incrementar os lucros sairão bem-sucedidas — diferentemente de muitos outros setores da economia.

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