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Dinâmica das multidões: uma ciência para evitar tragédias

Reportagem de VEJA desta semana mostra que as pessoas em pânico reagem de forma caótica, mas é possível alterar esse comportamento por meio de modelos de computação e, assim, fazer construções mais seguras

Por Alexandre Salvador e Filipe Vilicic - Atualizado em 6 maio 2016, 16h23 - Publicado em 1 fev 2013, 10h15

O pânico que tomou conta do público quando começou o incêndio na casa noturna Kiss provocou uma situação caótica. Mas a movimentação dos jovens, inclusive dos que se equivocaram ao entrar no banheiro buscando a saída, era possível de ser prevista por um ramo da ciência relativamente novo. Esse ramo se chama dinâmica das multidões e é usado em muitos países para construir espaços públicos mais seguros, nos quais seja reduzida a probabilidade de ocorrer uma tragédia como a de Santa Maria. Na base da dinâmica das multidões estão as pesquisas sobre o comportamento individual dos integrantes de uma aglomeração, seja ela a plateia de um show, os clientes de um shopping center ou pedestres numa avenida movimentada.

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