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Comer carne processada pode aumentar risco de demência, indica pesquisa

Estudo relaciona consumo desse tipo de alimento à incidência do mal de Alzheimer e outros transtornos

Por Sabrina Brito Atualizado em 12 abr 2021, 12h01 - Publicado em 12 abr 2021, 10h59

Um novo estudo realizado no Reino Unido revelou que o consumo de carne processada pode estar ligado ao desenvolvimento de alguns tipos de demência, a exemplo do mal de Alzheimer. Embora já se soubesse que salsichas, presuntos e carnes enlatadas não são consideradas comidas saudáveis, é importante investigar seus efeitos no aspecto mental.

Outras pesquisas já fizeram conexões entre a preferência por essas carnes e o risco de doenças como câncer e problemas cardiovasculares, além de sintomas gástricos e, agora, psiquiátricos.

A pesquisa foi conduzida com base nas informações obtidas pelo levantamento UK Biobank, que colheu dados de saúde de aproximadamente meio milhão de indivíduos entre 40 e 69 anos. Os participantes preencheram questionários ao longo de 16 meses sobre seu estado de saúde.

Quase três mil casos de demência foram diagnosticados no total, ao longo de oito anos de acompanhamento. Os pesquisadores concluíram que o risco de demência aumentou em 44% para cada 25 gramas de carne processada ingeridos diariamente.

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