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Astrônomos descobrem primeiro asteroide ‘brasileiro’

Objeto foi avistado do observatório Sonear, sigla para Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research, em Oliveira, a 120 km de Belo Horizonte

Por Da Redação Atualizado em 6 Maio 2016, 16h12 - Publicado em 28 Maio 2014, 13h35

Um grupo de astrônomos amadores descobriu o primeiro asteroide “brasileiro”. O objeto foi observado pela primeira vez na semana passada, confirmado por outros observatórios ao redor do mundo e oficializado pela União Astronômica Internacional. Ele foi cadastrado provisoriamente como 2014 KP4, até que sua órbita seja mais conhecida pelos cientistas. O asteroide foi visto do observatório Sonear, sigla para Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research, que fica perto de Oliveira, cidade a 120 quilômetros de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O local foi construído por Cristóvão Jacques, Eduardo Pimentel e João Ribeiro, responsáveis pela descoberta.

Por seu tamanho e proximidade da Terra, o 2014 KP4 se encaixa na classificação de “asteroide potencialmente perigoso”: mais de 150 metros de diâmetro e menos de 7,5 milhões de quilômetros de distância da órbita terrestre. Com diâmetro estimado entre 200 e 600 metros, caso colidisse com a Terra esse asteroide causaria um impacto continental. Felizmente, apesar de sua classificação, os riscos de uma colisão são desprezíveis. “Ele não oferece nenhum perigo à Terra”, disse Jacques ao site de VEJA.

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Pioneiro – Este é o primeiro objeto desta natureza descoberto no Brasil. Nos primeiros meses deste ano, a equipe já encontrou dois cometas a partir do mesmo observatório. O trio observa o céu desde o dia 18 de dezembro, em busca de objetos que passem perto da Terra. Eles tiram fotos à noite e, durante o dia, analisam o material. São os únicos a procurar objetos assim – que envolvem corpos que podem se chocar com a Terra – em atividade no Hemisfério Sul. “Esse é o objetivo do observatório, descobrir novos asteroides que passam perto da terra e monitorá-los para saber se podem apresentar risco de colisão”, afirma Jacques, alegando que a descoberta dos cometas foi ocorreu quase “por acaso”, porque não estava nos planos iniciais.

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