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Skaf: ‘Não sou de receber enquadro’

Candidato do PMDB ao Governo de São Paulo negou ter sido repreendido pelo vice-presidente, Michel Temer, por se recusar a fazer campanha para Dilma

Por Da Redação 8 ago 2014, 18h03

Após ironizar o apoio à candidata-presidente Dilma Rousseff (PT) em um vídeo de campanha, o candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, negou nesta sexta-feira ter sido “enquadrado” pelo vice-presidente da República, Michel Temer. “Não é do meu perfil receber enquadramento de ninguém. Também não é do perfil de Temer enquadrar as pessoas .Tanto o PT como o PSDB são meus adversários. O palanque do PT é do PT, e o do PMDB é do PMDB, até para não confundir o eleitor””, disse em sabatina promovida pelo jornal O Estado de S. Paulo.

“Meu voto pessoal é para o presidente do meu partido [Michel Temer, que é candidato à vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff]. Considero-o um amigo. Voto com o meu partido”, afirmou. Fiador da candidatura de Skaf, o vice-presidente já havia afirmado publicamente que Skaf faria campanha para Dilma. Questionado se colocará a imagem da presidente em seu material de campanha, Skaf tergiversou, dizendo que a sua campanha está “focada em São Paulo”.

O peemedebista também não poupou criticas ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em temas referentes à segurança e à crise de abastecimento de água. “Em uma hora você tem 300 pessoas assaltadas ou roubadas. É necessário fazer um trabalho muito forte de segurança pública .Quanto à questão de grampos, temos 78 presídios, levar 10 anos para bloquear os celulares em 10 presídios… Deveríamos ter bloqueadores de celular em todos os presídios”, afirmou. Sobre a falta de água no Sistema Cantareira, disse que o governo está evitando admitir o racionamento, mas que ele está ocorrendo. “No momento em que você tem estas válvulas de retenção de forma que a água não chegue a alguns pontos, você tem racionamendo. O governo não quer falar, mas o racioamento está existindo.”

Questionado na sabatina sobre o discurso de reduzir impostos e ao mesmo tempo aumentar investimentos, o peemedebista afirmou que as Parcerias Público Privadas (PPPs) são a solução para melhorar os serviços públicos do Estado.

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