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Preso suspeito de ter colocado fuzil em estátua no Rio de Janeiro

Seria um traficante que atende pelo apelido de Mateuzinho, segundo a Polícia Militar

Por Da redação - 20 ago 2017, 20h39

Foi preso neste domingo um suspeito de ter colocado um fuzil na estátua em bronze do cantor Michael Jackson (1958-2009) instalada no Morro Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele seria traficante e atende pelo apelido de Mateuzinho, segundo a Polícia Militar.

Mateuzinho foi encontrado por PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da favela, à tarde. Ele tem uma condenação por tentativa de homicídio de um PM da UPP, ocorrida em dezembro do ano passado, é foragido da Justiça e foi reconhecido durante patrulhamento no morro, conforme informou a PM.

A polícia não soube dizer quando a arma foi pendurada no pescoço da escultura. A foto foi tirada por um criminoso e viralizou no último dia 14. A estátua foi inaugurada em 2010, um ano após a morte do cantor. Está fixada no alto do morro, na laje onde Michael gravou parte do clipe They Don’t Care About Us, em 1996. É um ponto turístico do morro, procurado por visitantes, brasileiros e estrangeiros, depois que recebeu a primeira das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) da capital, em 2008.

No próprio dia 14, a PM informou que já havia identificado suspeitos de terem colocado a arma na estátua. O Setor de Inteligência da UPP informou que alguns deles estavam com mandado de prisão em aberto e que buscas estavam sendo feitas.

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Os criminosos, de acordo com a PM, fazem parte da quadrilha de Marco Pollo Lima dos Santos, o Mãozinha, que estava foragido e foi preso por integrantes da UPP no último dia 27 de julho.

(Com Estadão Conteúdo)

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