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PF: corrupção na Força Sindical

Por Guilherme Amorozo
Atualizado em 5 jun 2024, 21h02 - Publicado em 17 Maio 2008, 00h23

A Força Sindical está no epicentro de um escândalo que envolve a participação direta de seus líderes em casos de corrupção, desvio de dinheiro público, tráfico de influência e enriquecimento ilícito. As investigações da Polícia Federal sobre o esquema de fraude no Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) – desmontado recentemente na Operação Santa Tereza – apontam para desvios bilionários de dinheiro do Ministério do Trabalho cometidos pela central sindical.

A reportagem de capa de VEJA desta semana revela algumas das irregularidades já desenterradas pela PF. Depois de prender duas das principais lideranças da central, o lobista João Pedro Moura e o advogado Ricardo Tosto – acusados de cobrar propina para liberar empréstimos no BNDES -, os policiais suspeitam que o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força e filiado ao PDT, pode ter recebido parte do butim.

VEJA traz a transcrição de alguns grampos telefônicos autorizados pela Justiça. As gravações comprometem Paulinho, que, neste momento, já luta para salvar o mandato. As investigações da PF, no entanto, vão mais além. Começam a demonstrar que, hoje, Força e PDT são duas organizações siamesas também no plano financeiro. O próximo passo é revelar como essa perigosa simbiose tomou conta do Ministério do Trabalho, pasta que hoje está fatiada entre políticos do PDT e sindicalistas da Força, sob o controle do mesmo grupo acusado de rapinar uma linha de crédito do BNDES.

O PDT, a Força Sindical e o ministério se converteram numa central única de interesses. Alem dos já citados Paulinho, Moura e Tosto, a PF descobriu outro homem chave no esquema de corrupção: o jornalista Luiz Fernando Emediato, consultor da Força Sindical. Emediato preside o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), um órgão que definiu no ano passado o destino de 9,5 bilhões de reais do FAT. Este amigo de Paulinho investiu parte da dinheirama justamente em programas de qualificação profissional e linhas de crédito do BNDES que estão sob investigação da PF.

Entenda como a promiscuidade do sindicalismo com o poder produziu mais um escândalo do governo Lula, na íntegra da reportagem (exclusiva para assinantes).

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