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Os peemedebistas que livraram Dilma de ficar inelegível

Grupo com ex-ministros do governo petista causou atrito na base de Michel Temer com PSDB e DEM

Por Felipe Frazão Atualizado em 31 ago 2016, 17h32 - Publicado em 31 ago 2016, 16h18

Um grupo de senadores, a maioria do PMDB, votou favorável à condenação da ex-presidente Dilma Rousseff no impeachment nesta quarta-feira, mas livrou a petista de ficar impedida de exercer cargos públicos pelos próximos oito anos. A mudança de posição surpreendeu e irritou tucanos e democratas, que integram a base de apoio do presidente Michel Temer. Esses dezenove senadores votaram em prol de Dilma ou se abstiveram na segunda fase e viraram alvo da ira do PSDB e do DEM. Na lista, estão ex-ministros dos governos Lula e Dilma e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), num total de dez peemedebistas, além de um senador de PPS e uma do DEM, partidos que sempre integraram a oposição ao petismo. Confira quem foram eles:

Contrários à inabilitação

Cristovam Buarque (PPS-DF)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Hélio José (PMDB-DF)

Jader Barbalho (PMDB-PA)

João Alberto Souza (PMDB-MA)

Raimundo Lira (PMDB-PB)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Rose de Freitas (PMDB-ES)

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Acir Gurgacz (PDT-RO)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

Cidinho Santos (PR-MT)

Roberto Rocha (PSB-MA)

Telmário Mota (PDT-RR)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Wellington Fagundes (PR-MT)

Abstenção

Eunício Oliveira (PMDB-CE)

Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Valdir Raupp (PMDB-RO)

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