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Metroviários suspendem greve e evitam transtorno para mais de 3 milhões de passageiros

Categoria decidiu recuar de paralisação em assembleia na noite de terça-feira

Por Carolina Freitas 31 Maio 2011, 20h56

Os funcionários do Metrô de São Paulo, reunidos em assembleia na noite desta terça-feira, decidiram suspender a greve que a categoria estava pronta a deflagar a partir da zero hora de quarta-feira. Mesmo que a greve fosse decretada, ela seria parcial. A desembargadora Sonia Maria Franzini, do TRT, havia determinado que fosse mantido o contingente de funcionários necessário para assegurar 90% da operação das linhas de metrô nos horários de pico (das 5h às 10h e das 16h às 20h) e 70% nos demais horários. O Metrô transporta por dia 3,7 milhões de usuários. Caso se confirmasse a paralisação, a prefeitura acionaria um plano de emergência, o Paese, para tentar diminuir os transtornos à população. O esquema consiste em mudar o itinerário de ônibus que têm como ponto final estações de metrô. Os coletivos iriam até pontos centrais das cinco regiões da cidade. Segundo a SPTrans, a frota em circulação não seria aumentada porque todos os ônibus já estão na rua nos horários de pico.

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