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Justiça de MG determina reconstituição do caso Ana Hickmann

Fã tomou a apresentadora, seu cunhado e uma assessora como reféns em um hotel em Belo Horizonte em maio de 2016; o cunhado reagiu e matou o agressor

O Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais determinou que seja realizada a reconstituição do crime que envolve a apresentadora Ana Hickmann, o cunhado Gustavo Henrique Bello Correa e o fã Rodrigo Augusto de Pádua. O caso aconteceu no dia 21 de maio do ano passado no Hotel Ceasar Business, em Belo Horizonte. Pádua foi morto pelo cunhado após tomar como reféns a modelo e a assessora Giovana Oliveira, mulher de Correa.

Segundo a investigação da Polícia Civil, o fã rendeu o cunhado com um revólver e o obrigou a levá-lo até o quarto onde estavam a apresentadora e sua assistente. Ao chegarem, o agressor forçou os três a se sentarem voltados para a parede e disparou, acertando o ombro esquerdo de Giovana. Correa reagiu, passou a lutar com Pádua, tomou-lhe a arma e o matou com três tiros na nuca. Giovana chegou a ficar internada na UTI, mas depois recebeu alta.

Em 7 de julho do ano passado, o Ministério Público de Minas Gerais apresentou denúncia por homicídio doloso, quando há intenção de matar, contra o cunhado da apresentadora de TV. A denúncia contrariou a Polícia Civil: em 20 de junho, o delegado responsável pelo caso, Flávio Grossi, pediu o arquivamento do inquérito, alegando que Correa agiu em legítima defesa.

Na denúncia, o promotor Francisco de Assis Santiago afirma que Correa, ao iniciar embate corporal com Pádua, agiu em legítima defesa, mas excedeu essa condição e praticou homicídio doloso. A principal prova, para a promotoria, são os três tiros disparados na nuca do fã.

O pedido para a realização da reconstituição foi feito pela defesa de Ana Hickmann. A promotoria foi contra, mas a juíza responsável pelo caso, Analin Aziz Sant’ana, acatou o pedido. A defesa da apresentadora solicitou ainda que a reconstituição fosse feita por peritos de São Paulo. O MP foi contra e a juíza negou o pedido, determinando que o procedimento seja feito por técnicos de Belo Horizonte.

(Com Estadão Conteúdo) 

Comentários

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  1. Fernando Kozlowski

    Esse processo já deveria ser arquivado há muito tempo. Devia ser arquivado de pronto. Quem se dispõe contra a vida de pessoas, também deve ter a sua vida disponível para a morte. Essa lei é que deve funcionar.

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  2. Felix Alberto Macedo

    Excesso de legítima defesa?? O promotor esperava uma reação fleugmática naquela situação desesperadora?? O desequilibrado mental que atacou a família era capaz de tudo e tinha que ser contido de qualquer jeito!

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  3. Gabriel Oliveira

    E o promotorzknho de merd@ consegui o que queria: seu nome ta na Veja: Francisco de Assis Santiago.

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  4. César Augusto

    ” promotor Francisco de Assis Santiago” Corja petista tentando se auto-promover e sua agenda podre.

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  5. Petro Mineiro

    “Justiça” de Minas a cada notícia faz nós, mineiros, termos mais vergonha do nosso estado..

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  6. César Augusto

    Você escapa de morrer, escapa de ver sua esposa e c0nhada mortas por um doente mental assassino…

    E tem que aguentar um promotor de quinta desses, amante de assassino, de bandido!

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