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Jogo de caneladas

Como os candidatos tentam chamar a atenção do eleitor em meio à enxurrada de gols? Daquele jeito: fazendo crer que têm algo a ver com o sucesso em campo

Por Pieter Zalis e Bela Megale 22 jun 2014, 11h27

A presidente Dilma recebeu as vaias mais longas da história. Uma semana depois, ainda dava para ouvir o eco. Até agora, oposicionistas e governistas se empenham em promover a sua narrativa sobre os apupos e xingamentos dirigidos à presidente no Itaquerão. Para os petistas, Dilma é uma “vítima das elites” que movem uma “campanha de ódio” contra o governo e o PT. Para os tucanos e demais oposicionistas, lá vem o PT de novo desfraldar a bandeira do velho antagonismo entre “nós” e “eles”. A temperatura da campanha subiu pela soma de dois ingredientes: a temporada de convenções partidárias está aberta – Aécio Neves já fez a sua, Dilma faz neste sábado e Eduardo Campos no próximo fim de semana – e a Copa do Mundo, centro absoluto de todas as atenções, completou a primeira semana.

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