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JMJ: Rio espera invasão argentina em julho

Previsão até o momento é de 9.000 fieis argentinos na Jornada Mundial da Juventude, que tratá o novo papa ao Brasil. Mas consulado acredita que peregrinação seja maior que a de Madri, onde estiveram mais de 20.000 deles

Por Cecília Ritto 14 mar 2013, 17h49

Antes mesmo de o argentino Jorge Mario Bergoglio ser anunciado como novo papa, estavam inscritos para vir ao Rio de Janeiro, no período da Jornada Mundial da Juventude, quase 9.000 fieis do país de Francisco. Eles estão, por enquanto, divididos entre 8.000 peregrinos e 700 voluntários, que durante os dias 23 e 28 de julho de 2013 ficarão à disposição da Igreja. Os voluntários argentinos representam 15% do voluntariado internacional. O número de jovens daquele que virá ao Brasil para o evento, no entanto, deve dar um salto gigantesco nos próximos dias. Segundo o cônsul geral da Argentina no Rio de Janeiro, Marcelo Bertoldi, na última jornada, em Madri, no ano de 2011, 20.000 católicos argentinos participaram – o que faz o consulado crer que, com ou sem Francisco, a quantidade de ‘hermanos’ no Brasil ultrapassaria a versão espanhola da JMJ. Com a novidade do novo papa, os argentinos podem extrapolar a marca dos 40.000.

“Com o novo papa, teremos que fazer nova estimativa. Ainda não sabemos em quanto deve aumentar a quantidade de argentinos, mas esperamos que o número cresça muito”, afirmou o cônsul. A Igreja Católica do Rio também trabalha com a possibilidade de um aumento acentuado de argentinos durante a jornada. Para atender as novas demandas, trabalham no comitê organizador um argentino e outros quatro voluntários de língua espanhola para dar conta dos pedidos e dúvidas dos católicos. Eles foram cedidos pela de onde fazem parte e trabalham com exclusividade para a arquidiocese do Rio durante esse período que antecede a jornada.

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