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Faxina no Rio: a festa acabou

Dois ex-governadores do Rio na cadeia e protestos contra a ruína do estado. É o início de uma faxina ética e fiscal que tende a se espalhar pelo Brasil

Por Da Redação - Atualizado em 18 nov 2016, 19h58 - Publicado em 18 nov 2016, 19h32

A edição de VEJA desta semana conta os detalhes da prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, acusado pela Operação Lava Jato de comandar um esquema de corrupção que desviou mais de 220 milhões de reais de contratos públicos com empreiteiras. Responsável, em grande parte, pelas estripulias econômicas que levaram o estado à atual penúria, Cabral foi alvo da faxina financeira e ética que tende a se espalhar do Rio ao resto do país. Um dia antes dele, o também ex-governador do Rio Anthony Garotinho fora encarcerado pela Polícia Federal sob a acusação de comprar votos em Campos dos Goytacazes, seu berço eleitoral, no interior do estado, onde sua esposa é prefeita.

Nas palavras de Sergio Moro: “Uma versão criminosa de governadores ricos e governados pobres”.

De cabelo raspado e uniforme prisional, Sérgio Cabral, o homem mais poderoso do Rio de Janeiro na última década, vive agora no complexo penitenciário de Bangu. Garotinho também passou por lá, não sem antes espernear na ambulância que o levou até a prisão. A delação da empreiteira Odebrecht tem potencial explosivo para complicar ainda mais Cabral e Garotinho, dois inimigos declarados, sem se esquecer, por óbvio, de outras figuras exponenciais da política fluminense, como o governador Luiz Fernando Pezão.

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