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Em comunidade do Rio, Malala faz grafite com rosto de Marielle

Sem a presença da imprensa, ativista paquistanesa fez um passeio pelas ruas do morro e ouviu detalhes sobre trabalhos feitos por meninas de programa

Por Da Redação 12 jul 2018, 09h49

De visita ao Brasil, a ativista paquistanesa Malala Yousafzai participou de um grafite em homenagem à vereadora Marielle Franco (Psol), morta no dia 14 de março junto com o motorista Anderson Gomes. A vencedora mais jovem do Prêmio Nobel de Paz, por seu trabalho a favor dos direitos das mulheres, pintou em um dos muros da comunidade Tavares Bastos, no Catete (Zona Sul do Rio), a imagem de Marielle com ajuda de artistas da Rede Nami.

Na véspera de fazer 21 anos, ela quis conhecer o projeto liderado pela grafiteira Panmela Castro, conhecida no mundo artístico como Anarkia Boladona. A artista ganhou em 2010 o prêmio Vital Voices Global Leadership Awards, na categoria direitos humanos, o mesmo prêmio que, três anos depois, foi para Malala, na cerimônia na qual as duas se conheceram.

Panmela, fundadora da Rede Nami, uma ONG que procura empoderar mulheres sobre os seus direitos por meio da arte urbana, promove vários programas para atingir este objetivo. Embora não saiba se Malala ajudará a financiar o seu projeto, ela contou que o trabalho do grupo chamou a atenção da jovem.

Sem a presença da imprensa, com absoluto sigilo e acompanhada somente por integrantes do projeto, Malala fez um passeio pelas ruas do morro e ouviu detalhes sobre vários grafites feitos por meninas que participam do programa. Entre um mural e outro, Malala posou para fotos e conheceu um grafite com a sua própria imagem, uma homenagem de Panmela à defensora dos direitos das mulheres.

Na segunda-feira, Malala anunciou, em um evento em São Paulo, que em breve iniciará no Brasil um projeto para fomentar a educação feminina, mas não deu detalhes sobre a iniciativa. Segundo a ativista, que foi baleada por talibãs aos 15 anos por querer frequentar a escola, estima-se que esse direito básico seja negado para 1,5 milhão de meninas no Brasil.

(com EFE)

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