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DF: vítimas de acidente em estádio não correm risco de vida

Dois dos cinco operários que caíram de uma altura de 15 metros nas obras do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, já receberam alta

Nenhum dos cinco operários feridos no acidente ocorrido no final da tarde desta segunda-feira no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, corre risco de vida, informa a assessoria de imprensa do Hospital de Base do Distrito Federal, local para onde as vítimas foram encaminhadas. Os funcionários trabalhavam nas obras do estádio quando uma viga central que sustentava uma laje cedeu, fazendo com que caíssem de uma altura de aproximadamente quinze metros. Quatro homens foram socorridos imediatamente perlo Corpo de Bombeiros e levados para o Hospital de Base. De acordo com a assessoria da unidade, Antônio José Alves da Silva, de 27 anos, e José Amilton da Silva, de 33 anos, tiveram apenas ferimentos superficiais e receberam alta nesta terça-feira. Silvano Santos da Silva, de 36 anos, e Francisco Gusmão, de 62 anos, aguardavam avaliação do departamento de neurocirurgia para verificar se houve lesão na coluna em decorrência da queda. Caso nenhum problema seja constatado, devem receber alta nas próximas 24 horas. O quinto homem ferido no acidente, Jeferson Neves de Almeida, de 23 anos, passou mais de três horas preso nos escombros antes de ser resgatado pelos bombeiros. Ainda de acordo com o hospital, o operário teve uma fratura exposta na perna esquerda e passou por cirurgia na manhã desta terça-feira, mas seu estado de saúde não é grave. Por volta das 12 horas, ele estava na sala de recuperação da cirurgia. Copa – O complexo esportivo está em obras para abrigar jogos da Copa do Mundo de 2014. O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), visitou os trabalhadores na noite desta segunda-feira, após o acidente. A obra está suspensa até que sejam concluídas as investigações feitas pela 5ª Delegacia de Polícia Civil. Segundo Magno Antônio dos Santos, 31 anos, operário no estádio, que é primo de um dos acidentados, a estrutura ruiu rapidamente, levantando bastante poeira. Magno, que acompanhou o primo até o hospital, disse que o desmoronamento foi uma “fatalidade”. Ele afirmou que destacando que a equipe realiza diariamente treinamento de segurança. O convênio Brasília 2014, que administra a obra, disse, em nota, que está investigando as causas do acidente. (Com Agência Estado)