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Enquete: Crivella faz bem em cortar verba de escolas de samba?

Prefeitura anunciou que o dinheiro economizado será investido em creches; agremiações disseram que medida pode "inviabilizar" o carnaval de 2018

Por Da redação Atualizado em 15 jun 2017, 17h13 - Publicado em 15 jun 2017, 17h09

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), anunciou nesta semana que pretende cortar metade da verba destinadas às escolas de samba do Grupo Especial, de 24 para 12 milhões de reais. Como justificativa, o prefeito, que é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, afirmou que irá aplicar o dinheiro nas creches. Segundo ele, a ideia é dobrar a diária, de 10 a 20 reais, paga por criança, melhorando a alimentação e o material fornecido pelas instituições de ensino infantil.

A medida não foi bem recebida pela Liga Independe das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), que passou a dizer que o remanejamento da subvenção “inviabilizaria” o desfile na Marquês de Sapucaí em 2018. Como argumento para manter os repasses no valor atual, a Liesa afirmou que o carnaval traz “enormes benefícios econômicos, financeiros, de geração de empregos e de renda” para o Rio, além de valorizar a imagem da cidade perante o mundo. E que, se o corte se concretizar, haverá “graves consequências para a produção do espetáculo, tornando inviável a realização do mesmo, nos moldes em que é anualmente apresentado”.

 

 

 

 

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