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Ato contra passagens tem críticas a Alckmin e Doria e vandalismo

Youtuber ligado ao MBL é agredido, bancos têm vidros quebrados e loja da Osklen é pichada; PM não faz estimativa, mas organização fala em 1500 manifestantes

Movimentos contrários ao aumento do preço da integração entre metro e ônibus em São Paulo e da tarifa da Empresa Municipal de Transportes Urbanos (EMTU) fizeram um protesto nesta quinta-feira que teve críticas ao prefeito João Doria (PSDB) e ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), agressão e vandalismo em loja e agências bancárias.

O Movimento Passe Livre (MPL), que organizou o ato, planejava ir até a casa do prefeito, no Jardim Europa, e lá entregar simbolicamente o prêmio “aumento inovador”, mas não conseguiu. Doria prometeu – e cumpriu – congelar o preço das passagens, mas, em parceria com Alckmin, elevou o preço da integração entre metro e ônibus.

Por meio de uma liminar, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu tanto o reajuste da integração entre metrô e ônibus quanto o aumento das passagens da EMTU, que faz a ligação de ônibus entre as cidades da Grande São Paulo.

O protesto, que reuniu cerca de 1500 pessoas segundo os organizadores – a Polícia Militar não fez estimativa -, começou no final da tarde na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, e terminou oficialmente por volta as 20h30, na praça Nossa Senhora do Brasil, no Jardim Paulista, a cerca de 1,5 quilometro da casa de Doria. Os organizadores do ato entregaram ao tenente coronel Cangerana, comandante do policiamento, o troféu aumento inovador”.

O MPL anunciou para a próxima quinta-feira um novo protesto contra os reajustes do transporte coletivo. Desta vez, o ponto de partida será na Estação da Luz, às 17h.

Violência

Na Avenida Brasil, aconteceu o primeiro tumulto, quando manifestantes reconheceram e hostilizaram o youtuber Arthur Moledo do Val, do canal “Mamãe, Falei”, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL). Ele foi empurrado por alguns manifestantes, que tentaram socá-lo e depois correram atrás dele. A polícia separou a confusão e escoltou o youtuber para longe do protesto.

Após o fim do protesto, manifestantes quebraram os vidros de ao menos duas agências bancárias – do Santander Select e do Banco do Brasil. A loja da Osklen, na esquina das ruas Oscar Freire e Augusta, foi pichada com a inscrição “Doria ladrão, aumento não”.

Comentários

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  1. Mauro Carvalho Barbosa

    Movimento muito democrático. kkkk

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  2. Até quando, este bando de arruaceiros vão ficar impunes? Até quando o bando de idiotas vão passar a mão na cabeça destes vândalos criminosos? Tolerância zero resolve o problema. Vão quebrar suas coisas em suas casas, não as dos outros.Impunidade e bandidagem solta, leva á isto, anarquia geral. País sub-desenvolvido é assim, retroage cada vez mais, até chegar se tornar país de terceira categoria.

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  3. Francisco Martins

    Onde está a PMSP?
    Houve vandalismo?
    Borrachada e cadeia para todas e todos!

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  4. Vanessa Pereira

    Não houve protesto algum. Os vagabundos já chegaram pra quebrar. Cadê a polícia pra descer a borracha no lombo desses bandidos???

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  5. Toninha Webster

    Os direitistas de rua não protestam somente contra a Dilma e o Haddad. kkkkkkkkkkkkkk

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  6. Toninha Webster

    Os direitistas de rua não protestam somente contra a Dilma e o Haddad. kkkkkkkkkkkkkk

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  7. Fábio Luís Inaimo

    Quem trabalha, quem estuda, quem usa mesmo os equipamentos da cidade não estava lá ! Quem usa e ama a cidade não a depreda !! Tem que prender é os Boulos da silva que fazem dos jovens massa de manobra !! FOOORA PETRALHAS !!!

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  8. Fred Mancila

    É, realamente é necessário construir mais presídios…vamos lota-los!

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