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Arma usada na morte de pastor é encontrada dentro de casa, diz polícia

Deputada Flordelis esteve nesta quarta na Delegacia de Homicídios de Niterói. Afirmou que quer justiça pela morte do marido. "Seja quem for o culpado."

A deputada federal Flordelis dos Santos (PSD-RJ), viúva do pastor Anderson do Carmo de Souza, esteve nesta quarta-feira, 18, na Delegacia de Homicídios de Niterói, onde o caso está sendo investigado, e afirmou que quer justiça pela morte do marido. “Seja quem for o culpado.”

A arma usada do assassinato cometido na madrugada de domingo, 16, foi encontrada dentro de sua casa pela polícia, informou a delegada Bárbara Lomba.

Souza e Flordelis voltavam de uma confraternização. Segundo a deputada contou à polícia, depois que chegaram em casa, o marido voltou à garagem porque teria esquecido algo dentro do carro. Nesse momento, a família ouviu o som dos disparos e desceu correndo. Souza chegou a ser levado ao Hospital Niterói D’Or, na região metropolitana do Rio, onde morreu. Nada foi roubado.

Dois dos 55 filhos do casal foram presos na segunda-feira, 17, e estão sendo investigados pelo crime. Flávio dos Santos Rodrigues, 38 anos, filho biológico de Flordelis e enteado de Souza, foi preso durante o enterro do padrasto. Ele tinha um mandado de prisão preventiva em aberto por violência doméstica.

O outro filho do casal preso é Lucas, de 18 anos. Ele é um dos 51 filhos adotivos do casal, e tinha uma ordem de prisão por envolvimento com o tráfico de drogas quando menor de idade.

A principal linha de investigação da Polícia Civil considera que Flávio e Lucas agiram em conjunto para defender a mãe, após descobrirem um caso extraconjugal de Souza.

A arma usada no crime foi encontrada enrolada em um pano, em cima do armário do quarto usado por Flávio, diz a investigação. Lucas teria sido o executor do crime.

O mandado de busca e apreensão na casa da deputada na terça-feira, 18, tinha como objetivo encontrar o celular do pastor, que segue desaparecido.

Comentários

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  1. Paulo Bandarra

    Sem perícia não dá para olhar e dizer que é a arma.

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