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Alemão que agredia mulheres no Aeroporto de Cumbica é deportado

Stephan Brode embarcou para a Alemanha na tarde de domingo, em um voo da companhia Lufthansa

O alemão Stephan Brode, de 44 anos, que vivia no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), há três meses, foi deportado na tarde do último domingo para a Alemanha. O turista embarcou às 18h para a cidade de Frankfurt, em um voo da companhia Lufthansa, acompanhado de membros do consulado de seu país, informou a Polícia Federal.

Brode foi preso na sexta-feira (24) e estava em Guarulhos desde dezembro, quando chegou ao Brasil em um voo de Casablanca, no Marrocos e perdeu uma conexão para os Estados Unidos, que tinha a Alemanha como destino final. Ele permaneceu no aeroporto por não ter recursos para comprar uma nova passagem. Segundo a Polícia Federal, seu voo de volta para casa foi pago pelo governo da Alemanha, que será ressarcido pela família do estrangeiro.

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Durante o tempo em que ele permaneceu no aeroporto brasileiro, câmeras de segurança registraram Brode agredindo mulheres e discutindo com frequentadores do aeroporto. Sem dinheiro, ele revirava lixeiras em busca de alimentos.

No dia 16 de março, Brode foi notificado de que deveria deixar o Brasil em até oito dias, pois havia expirado o prazo de validade de seu visto de permanência, de 90 dias. Segundo a Delegacia Especial da Polícia Federal no aeroporto, a prisão não ocorreu anteriormente porque nenhuma das vítimas teria registrado um boletim de ocorrência e, além disso, o turista circulava por uma área pública e de livre acesso.

O Consulado da Alemanha entrou em contato com parentes de Brode no país e foram informados que ele sofre de esquizofrenia e, provavelmente, não estava tomando os remédios para controlar a doença. Isso explicaria os surtos repentinos.

Comentários

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  1. Sergio Bertoni

    Enfim ele conseguiu o que queria.

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  2. Ritchie Lancaster

    O cara ficou três meses esbofeteando pessoas no aeroporto sem sequer ser enquadrado pela polícia federal, pior, só foi deportado porque o governo da Alemanha pagou a passagem de volta, coisas do Brasil.

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  3. Tivesse um brasileiro feito a mesma coisa na Alemanha, estaria “preso”. Nossas autoridades não respeitam nosso povo. Perguntem às pessoas agredidas o que elas acham do ocorrido.

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