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Reedição de ‘Goats Head Soup’ é prato cheio para fãs de The Rolling Stones

Com 10 faixas bônus e 3 inéditas, disco relançado envelheceu bem e comprova amadurecimento de Mick Jagger, Keith Richards e companhia

Por Felipe Branco Cruz - Atualizado em 11 set 2020, 10h46 - Publicado em 11 set 2020, 07h00
DISCO – Goats Head Soup, de The Rolling Stones (Universal; disponível nas plataformas de streaming) – //Divulgação/Divulgação

Lançado em 1973, Goats Head Soup tinha uma missão ingrata: ser o sucessor de Exile on Main St., álbum do ano anterior que é uma obra-prima dos Stones. O excesso de expectativa desaguou em decepção. Por décadas, Goats Head Soup foi considerado um disco menor com um solitário sucesso, a balada Angie. Ficou mais marcado por seu design enigmático — a capa traz o rosto de Mick Jagger envolto num véu de chiffon, e no encarte há a cabeça de um bode numa panela (o que rendeu especulações sobre satanismo). Visto a distância de 47 anos, não é um disco tão fraco assim: Jagger, Keith Richards e cia revelam-se mais maduros e trafegam por gêneros como o soul pop e o glam. A reedição é um prato cheio para colecionadores. São dez faixas bônus e três inéditas gravadas na época e só lançadas agora: Criss Cross, All The Rage e Scarlet (com a participação de Jimmy Page, então do Led Zeppelin). Há ainda gravações ao vivo de um show na Bélgica.

 

 

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