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O sopro de rock do Foo Fighters em meio à hegemonia do pop

Nono álbum da banda faz uma ode aos bons tempos do rock'n'roll, mas com certa inclinação aos tempos modernos

Por Da redação 23 set 2017, 06h00

Em meio à explosão de artistas e álbuns pop-eletrônico-dançantes, o Foo Fighters trouxe um sopro de Classic Rock ao cenário musical com Concrete and Gold. O nono álbum da banda, ao mesmo tempo em que homenageia clássicos do rock, com referências a Led Zeppelin, Pink Floyd e Beatles, reflete a evolução musical do Foo Fighters, e mostra certa flexibilização aos novos tempos.

  • T-Shirt abre o álbum com uma manobra tanto arriscada quanto divertida: trinta segundos de uma balada à la John Mayer, capazes de levar os desavisados a acreditar que o Foo Fighters renegou sua identidade e se dobrou ao apelo do pop. A calmaria, no entanto, logo é substituída pelo bom e velho metal, com toques psicodélicos e progressivos, que embalam também Run e Make it Right, esta última uma clara ode aos autores de Stairway to Heaven.

    A poeira só baixa em The Sky Is a Neighborhood, construída sob acordes em loop, um pouco mais lentos. La Dee Da, talvez a faixa mais modernosa do álbum. Já Concrete and Gold, que dá nome ao álbum, tem Pink Floyd como referência do começo pacato à explosão de vocais no refrão.

    O novo álbum do Foo Fighters está disponível nos serviços de streaming Spotify, Deezer e Apple Music. Na iTunes Store, o disco digital pode ser adquirido por 9,99 dólares (cerca de 31 reais).

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