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‘As Loucuras de Rose’: filme modesto e tocante com muita música country

Longa acompanha a jornada de uma mulher que, depois de ficar presa por um ano, faz de tudo para se tornar uma cantora internacional de sucesso

Por Isabela Boscov - Atualizado em 27 set 2019, 16h49 - Publicado em 27 set 2019, 07h00

(Wild Rose, Inglaterra, 2018. Estreia no país nesta quinta-feira) Rose (Jessie Buckley) é doidinha: no instante em que termina sua pena de um ano de prisão, já está de novo traçando planos mirabolantes para virar estrela do country, a música que ama acima de todas as coisas — incluindo-­se aí os dois filhos tidos na adolescência e a mãe (Julie Walters), que segura suas barras. O talento de Rose é verdadeiro: com sua voz límpida e de infinitas colorações, ela faz lembrar um ícone como Patsy Cline. Exceto pelo fato de que é escocesa de Glasgow, e Nashville é um sonho distante em vários sentidos. A irlandesa Jessie Buckley, uma das revelações de sua geração, é de fato uma cantora de timbre privilegiado, e uma atriz capaz tanto de nuances como de energia. O acerto do diretor Tom Harper é cuidar de apenas emoldurar a belíssima atuação dela neste filme modesto e tocante.

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