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Suzane lê livro, fica possessa e tenta impedir noite de autógrafos

"As consequências danosas serão desastrosas e irreversíveis", alegou ela

Por João Batista Jr. Atualizado em 23 jan 2020, 14h18 - Publicado em 22 jan 2020, 20h13

Após ver frustrada a tentava de censurar sua publicação pela Justiça, Suzane Von Richthofen leu o livro Suzane – Assassina e Manipuladora, escrito por Ulisses Campbell. A mandante dos assassinatos dos pais achou a obra “ofensiva”. Ela recorreu ao Supremo Tribunal Federal para que a publicação fosse recolhida das livrarias e que a Justiça suspendesse o lançamento marcado para quinta, 23, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, às 19 horas.

Diz Suzane via Defensoria Pública de São Paulo: “a publicação do livro afronta a própria Administração da Justiça e o Poder Judiciário, pois a publicação se utiliza de dados obtidos de processo de execução penal em tramitação sob segredo de justiça e trechos de laudos médicos psiquiátricos e psicológicos acobertados pelo sigilo profissional”. Nesse sentido, alega que “uma vez publicado o livro e exposto seu conteúdo, as consequências danosas serão desastrosas e irreversíveis para a agravante e para a Justiça Pública, sendo que eventual e futura indenização pecuniária ou direito de resposta não restaurarão o status quo ante”. Ela ainda “solicita a consequente suspensão da publicação do livro “Suzane –
Assassina e Manipuladora”, marcada para 23.01.2020, bem como a suspensão de suas vendas, já disseminadas por sites de internet”.

O STF não acatou os pedidos de Suzane e o livro, além de estar as vendas em livrarias físicas e online, teve garantida a sua noite de autógrafos.

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