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Em busca do Oscar, a diretora Bárbara Paz passa o chapéu

A verba será destinada a garantir ampla exibição de seu filme, contratar assessoria internacional e publicar anúncios

Por Sofia Cerqueira, Jana Sampaio Atualizado em 8 jan 2021, 11h23 - Publicado em 8 jan 2021, 06h00
BÁRBARA PAZ
Reprodução/Instagram

Escolhido para representar o Brasil no Oscar deste ano, o documentário Babenco — Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou não recebeu até agora um centavo dos órgãos públicos federais para a indispensável campanha de divulgação que torna o filme conhecido e capaz de emplacar a lista dos pré-selecionados, a ser divulgada em 9 de fevereiro. Sem outra opção, a diretora Bárbara Paz, 46 anos, viúva de Hector Babenco, criou uma vaquinha virtual para arrecadar 500 000 reais em duas fases — verba destinada a garantir ampla exibição, contratar assessoria internacional e publicar anúncios. “Infelizmente, não tenho nenhuma expectativa de apoio federal. Este governo acha que somos vilões, mas a cultura é a alma de um país”, reclama Bárbara. A fita concorre nas categorias melhor filme estrangeiro e melhor documentário.

Publicado em VEJA de 13 de janeiro de 2021, edição nº 2720

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