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As penas da discórdia

Na cabeça, uma mistura de fios de seda — e penas de faisão verdadeiras: isso bastou para acusarem Juliana Paes de inimiga da natureza

Por João Batista Jr. 8 mar 2019, 07h00

O processo foi supervisionado: oito seguranças formaram uma roda e, dentro dela, Juliana Paes tirou um robe de seda verde para que seu figurinista colocasse o costeiro, durante dois longos minutos de silêncio. Finalizada a operação, a atriz mexeu os braços para ver se a armação estava bem encaixada. Pronto: saía da casca a Ave Rara do Paraíso, rainha de bateria da Grande Rio. O adereço das costas foi feito com penas sintéticas de faisão. Na cabeça, uma mistura de fios de seda — e penas verdadeiras: isso bastou para acusarem Juliana de inimiga da natureza. “O objetivo da fantasia era chamar atenção para as aves em extinção, todo o material que usei era reciclado”, diz. “A causa ambientalista é nobre, e eu a apoio, mas não podemos chafurdar a indústria do Carnaval.”

Publicado em VEJA de 13 de março de 2019, edição nº 2625

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