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VEJA Gente Por João Batista Jr. Notícias, bastidores e conversas de quem é assunto na cultura, na política, nos negócios e em outras rodas

Após dispensa da Victoria’s Secret, Adriana Lima nunca esteve tão em alta

Já a marca americana enfrenta denúncias de assédio e cancelamento de seu desfile anual

Por João Batista Jr. - Atualizado em 14 Feb 2020, 10h38 - Publicado em 14 Feb 2020, 06h00

Quando a marca americana Victoria’s Secret dispensou Adriana Lima de seu elenco, em 2018, após um contrato de mais de dezoito anos, ima­ginou-­se que seria uma baixa para a linda baiana de 38 anos. Não foi. Depois da saída dela, a grife de lingerie cancelou seu desfile anual, e na semana passada o seu diretor, Ed Razek, foi acusado de assédio por mais de trinta meninas. Algumas das denúncias: toques nas virilhas, provas de roupa sem a devida discrição e pedidos de jantares a sós. Enquanto viu a imagem da empresa encolher como um sutiã de baixa qualidade, Adriana nunca esteve tão em alta. Ela lançou uma marca de óculos de sol e estampa as campanhas da Puma e da MaxMara. Seu salário anual também não foi abalado: cerca de 10 milhões de dólares.

Publicado em VEJA de 19 de fevereiro de 2020, edição nº 2674

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