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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Origem do dinheiro? Só depois de 1º de outubro

Por Vannildo Mendes no Estadão desta terça: “Só deverá ser revelada depois da eleição de domingo a origem do R$ 1,75 milhão apreendido em 15 de setembro com petistas que negociavam a compra do dossiê contra o candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informou […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h10 - Publicado em 26 set 2006, 05h53

Por Vannildo Mendes no Estadão desta terça: “Só deverá ser revelada depois da eleição de domingo a origem do R$ 1,75 milhão apreendido em 15 de setembro com petistas que negociavam a compra do dossiê contra o candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informou ontem à Polícia Federal que, até agora, só conseguiu identificar a origem de R$ 25 mil do total – R$ 1,16 milhão e US$ 248,8 mil. Segundo o Coaf, sabe-se pouco sobre de onde saiu o dinheiro e apenas sobre a parte em reais: R$ 15 mil foram sacados na agência do Bradesco da Barra Funda, em São Paulo; R$ 5 mil na agência do BankBoston da Lapa, também na capital paulista; e R$ 5 mil no Banco Safra. Foi possível identificar as agências pois os maços de notas estavam embalados em cintas. ‘Estamos de mãos atadas e não nos resta alternativa senão aguardar que o rastreamento prossiga’, disse policial da área de inteligência financeira da PF. Os dados foram passados em reunião entre representantes do Coaf e da Divisão de Combate a Crimes Financeiros da PF. O conselho também disse à PF que, numa primeira varredura, não identificou movimentação financeira atípica em nome dos petistas investigados no escândalo. O órgão recebe dos bancos registros de movimentação igual ou superior a R$ 100 mil, o que faz supor que os envolvidos se preocuparam em efetuar saques pequenos para não despertar suspeitas. A esperança da PF e do Ministério Público é que o petista Valdebran Padilha colabore. Preso no dia 15, ele será de novo interrogado, hoje, em Cuiabá, pelo delegado Diógenes Curado e pelo procurador Mário Lúcio Avelar. Ele intermediou negociação para compra do dossiê em encontros com Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam e chefe da máfia dos sanguessugas.” Clique aqui para ler mais

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