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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Datafolha também dá vitória a Alckmin no 1º turno; um poste venceria Padilha em SP

O Datafolha divulgou o resultado da pesquisa eleitoral em São Paulo. Se a disputa fosse hoje, o tucano Geraldo Alckmin venceria no primeiro turno com 49% das intenções de voto; na pesquisa anterior do instituto, há uma semana, ele tinha 53%. O peemedebista Paulo Skaf segue com 22%, e o petista Alexandre Padilha passou de […]

Por Reinaldo Azevedo - Atualizado em 31 jul 2020, 03h06 - Publicado em 10 set 2014, 21h08

O Datafolha divulgou o resultado da pesquisa eleitoral em São Paulo. Se a disputa fosse hoje, o tucano Geraldo Alckmin venceria no primeiro turno com 49% das intenções de voto; na pesquisa anterior do instituto, há uma semana, ele tinha 53%. O peemedebista Paulo Skaf segue com 22%, e o petista Alexandre Padilha passou de 7% para 9%. Os demais somam 2%. Segundo o instituto, Alckmin venceria com 16 pontos de vantagem sobre a soma dos adversários. Brancos e nulos são 8%. Dizem não saber em quem votar 9%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 2.046 eleitores entre os dias 8 e 9 em 56 municípios. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-584/2014. Em relação ao Ibope, divulgado ontem, há uma divergência importante apenas no que diz respeito a Skaf, que aparece com 18%. Nesse instituto, Alckmin tem 48%, e Padilha, 7%.

O que chama a atenção nesse levantamento do Datafolha é a rejeição ao petista Alexandre Padilha, que chega a 36%. O PT, definitivamente, vai mal no Estado. Não duvidem de que a gestão Fernando Haddad na Prefeitura da capital tem um peso enorme. Mais alguns quilômetros de “faixismo” ciclomaníaco, e Padilha atingirá 40%. Skaf é rejeitado por 25%, e Alckmin, por 20%.

Mesmo com a vitória de Alckmin no primeiro turno, o Datafolha simulou um segundo. O tucano venceria o peemedebista por 58% a 30%, com 28 pontos de vantagem. No Ibope, a distância é de 27: 53% a 26%. A gestão do governador segue bem avaliada: 46% a consideram “ótima ou boa”; 38% dizem que é regular, e apenas 13% a apontam como ruim ou péssima.

Lula já se orgulhou de eleger postes. Chegou a dizer, por ocasião da vitória de Fernando Haddad, que, de poste em poste, ele iluminaria o país. Pois é… Parece que isso acabou. Hoje, tudo indica, um poste derrotaria Padilha.

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