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Atenção, pais! Seus filhos estão sendo molestados! Chamem a Polícia! Acionem a Justiça!

A campanha eleitoral de 2012 já está nas ruas de São Paulo na figura de baderneiros, cujos jeans podem comprar centenas de passagens de ônibus, e na imprensa, parte expressiva dela já alinhada com “O Partido”. Denunciei aqui e reitero — e se encarreguem de espalhar esta verdade na Internet: os ditos organizadores do Movimento […]

A campanha eleitoral de 2012 já está nas ruas de São Paulo na figura de baderneiros, cujos jeans podem comprar centenas de passagens de ônibus, e na imprensa, parte expressiva dela já alinhada com “O Partido”. Denunciei aqui e reitero — e se encarreguem de espalhar esta verdade na Internet: os ditos organizadores do Movimento Passe Livre estão recrutando estudantes entre os colégios mais caros de São Paulo.

Moleques e meninas em busca de uma causa — alguns deles estimulados por professores da “área de humanas” que preferem pregar a revolução em salas com ar condicionado a fazê-lo no Capão Redondo — estão servindo de massa de manobra de espertalhões. Na manifestação de quinta, que teve de ser reprimida pela polícia, lá estavam os vereadores do PT fazendo pré-campanha eleitoral. Alguns deles dizem ter recebido jatos de gás pimenta. Ok! Coloquem isso em seus currículos, valentes! Como foi experimentar este verdadeiro orgasmo ideológico? Vocês pensam que a vida é só defender os valores revolucionários de um salário mínimo de R$ 545?

Jovens inexperientes, ainda tateando as questões políticas, acabam sendo presas fáceis. A irresponsabilidade está em todo canto. A CBN de São Paulo trata a turma como verdadeiros libertadores. Até o Jornal Nacional, na quinta, noticiou o “protesto” e, em seguida, no mesmo bloco, reportou as manifestações no Oriente Médio. O largo em frente ao prédio da Prefeitura foi tratado como a praça Tahir, no Cairo. Nas ditaduras islâmicas, parte da população desafia ditaduras de décadas; em São Paulo, os irresponsáveis testavam o estado democrático e de direito lançando rojões contra o prédio da Prefeitura. Queriam provocar a Polícia, que teve de reagir. Sempre que baderneiros tentam atacar prédios, eu recomendo justamente isto: a democracia de farda, com seus artigos traduzidos em gás pimenta.

O Movimento Passe Livre é mera fachada. O que está na rua já é campanha eleitoral. Pode-se gostar ou não da gestão Kassab — esse não é o ponto. Mas ela tem de ser defendida ou criticada segundo as regras da civilidade democrática. E com um mínimo de honestidade de propósitos. Travestir-se de movimento popular e mobilizar para a causa “mão-de-obra” que nem sequer é usuária do serviço que se critica é coisa de pilantras, de vigaristas, de bandidos políticos. Na era da mistificação e da mitificação das chamadas “redes sociais”, diz-se que a mobilização é feita pelo Twitter e pelo Facebook. Essas ferramentas podem até ajudar. Mas o verdadeiro suporte dos protestos, basta investigar, está sendo dado por vereadores do PT.

Seus filhos, senhores pais, estão sendo usados por verdadeiros molestadores ideológicos – cada vez mais presentes, infelizmente, nas salas de aula. Pagam-se verdadeiras fortunas para manter filhos em escolas que seriam caras em qualquer país do mundo — basta dolarizar os preços para constatá-lo—-, e eles ficam expostos ao proselitismo mais rasteiro. Depredar prédio público e pregar o “passe livre” são “exercícios de cidadania”. Ensinar o que é uma Oração Subordinada substantiva Completiva Nominal seria sinal de atraso e reacionarismo! Estimular quebra-quebra, evidência de uma consciência superior.

Alguns inocentes — talvez acreditem até em Irmandade Muçulmana democrática… — lembram que o Movimento Passe Livre existe no Brasil inteiro, que é suprapartidário. Sei! Há muitos “apartidários” que só estão à espera da adoção. Em São Paulo, o PT já se ofereceu para ser o gigolô do “movimento”, que não é só um “flash mob”. Está claro que o objetivo é mesmo provocar confronto com a polícia. Se alguns desses garotos criados a sucrilho e toddynho levarem algumas bordoadas da Polícia, tanto melhor! Sempre “repercute”, não é?

Uma coisa é reivindicar uma tarifa mais baixa, cobrar qualidade etc. Outra é vir com delinqüências como o tal “passe livre”. A Prefeitura de São Paulo vai gastar, neste ano, espantosos R$ 743 milhões só com o subsídio a passagens. Sairá a R$ 3 para o usuário, mas custa R$ 3,27. Tudo de graça, como querem os valentes, a cidade teria de gastar, por ano, quase R$ 9 bilhões… Chega a ser impressionante que essa gente tenha espaço naquilo que chamam “mídia”.

Mantenham seus filhos longe de molestadores!

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