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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Uso de máscara descartável divide médicos da Comissão do Coronavírus

No grupo da Câmara, tem quem use esse equipamento de proteção, tem quem dispense

Por Evandro Éboli Atualizado em 30 jul 2020, 19h05 - Publicado em 19 mar 2020, 17h30

Os deputados da área de saúde que integram a comissão especial de ações preventivas ao coronavírus tem opiniões distintas sobre o uso de máscaras para se precaverem contra a epidemia.

Alguns deles não só defendem como fazem uso permanente do utensílio.

Caso do oftalmologista e cirurgião Hiran Gonçalves (PP-RR), presidente da Frente Parlamentar Médica na Câmara.

Para ele, o ambiente do Congresso – fechado, sem ventilação e permanente contato com outras pessoas – é um convite para a contaminação. Já defendeu o fechamento do Congresso até a epidemia passar.

Já o coordenador do grupo, o ortopedista Dr. Luiz Antônio (PP-RJ), não usa e acha que não há necessidade para quem não está infectado. Diz que se cuida o suficiente e que lava e higieniza as mãos “umas 150 vezes por dia”.

 

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