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TST nega pedido da Petrobras para responsabilizar petroleiros grevistas

Decisão é do ministro Ives Gandra Martins, que não acrescentou novas sanções aos funcionários

Por Mariana Muniz - 14 fev 2020, 16h33

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou nesta sexta-feira o pedido da Petrobras para a “responsabilização pessoal e solidária” dos cinco integrantes da Comissão Permanente de Negociação da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que há duas semanas ocupa uma sala do quarto andar do edifício-sede da companhia, no Rio.

A Petrobras também solicitou o bloqueio das contas bancárias do grupo, mas não foi atendida. No despacho, porém, o ministro Ives Gandra Martins não acrescentou “novas sanções ou determinações” à decisão dada por ele no último dia 4, em que determinou que 90% dos funcionários da Petrobras se mantivessem em atividade e no desempenho normal de suas atribuições

A comissão grevista afirma que continua sentada à espera de um representante da Petrobras para iniciar as negociações. O movimento, que começou no último dia 1º, tem como objetivo fazer com que a estatal recue no projeto de fechar a Araucária Nitrogenados e questionam medidas adotadas pela empresa na gestão dos trabalhadores.

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